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YOLANDA FREYRE   (Iolanda Soares Freire Hinds)

Artista maranhense, dedica-se às Artes Plásticas desde 1968.  Formada em Museologia pela Universidade do Rio de Janeiro e Pós-graduada em Teoria da Arte pela UERJ,  tendo cursado anteriormente Ciências Sociais na UFRJ (incompleto). Cursou  École Nationale Supérieure des Beaux-Arts e o Centro de Artes Saint-Charles (Sorbonne, Paris). Participou de Bienais Internacionais e Salões; expôs individualmente em importantes galerias e instituições como Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro,  Museu Nacional de Belas Artes e na Europa em galerias de diversas cidades tais como Trento, Gênova, Brescia,  Montpelier e Londres e em diversas exposições coletivas  tais como “Terra a vista - 500 anos Brasil” (Galerie Debret, Paris); "Identity" (The Brazilian-American Cultural Institute, Washington, DC, EUA). 

Yolanda Freyre

foto:  @roberto_bellonia

De 2003 a 2017 participou de seminários e cursos em Psicanálise e Arte, sob a coordenação da psicanalista Maria Teresa Palazzo Nazar  (Escola Lacaniana de Psicanálise, Rio de Janeiro).

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Suas obras podem ser encontradas Museu Nacional de Belas Artes (MNBA) Rio de Janeiro, no Instituto Brasil-Estados Unidos (IBEU) Rio de Janeiro, na Galeria de Arte SESC/Copacabana Rio de Janeiro e com colecionadores particulares.   É verbete na Enciclopédia Saur ALLGEMEINES KÜNSTLER-LEXIKON, VOLUME 45, PÁG. 8.  Publicou em 2006 "O Espelho do Artista" pela Companhia de Freud, ISBN 85-7724-012-6.

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Agrupa seu processo artístico em 5 momentos.  Estes devem ser lidos e compreendidos como não lineares, uma vez que suas referências se apresentam organicamente. Não por acaso é possível observar a convivência harmônica entre suas obras, mesmos estando elas estruturadas em momentos diferentes.  O primeiro momento caracteriza-se pelas pinturas sobre a montanha, a hortênsia e a galinha, e performances ritualizadas. No segundo momento, a artista desenvolve a pesquisa de quantificação da cor/luz. No terceiro momento passa a abstrair a cor para melhor evidenciar a matéria.  No quarto momento substitui a densidade da matéria por uma profundidade, resultado de superposições de veladuras. No quinto e atual momento podemos defini-lo como uma abertura dos rituais para ações, instalações e performances, porém sem abandonar a pintura que passa a ser sobre novos suportes.

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